rePLANt

Implantação de Estratégias Colaborativas para a Gestão Integrada da Floresta e do Fogo

O rePLANt é um esforço colaborativo sem precedentes em Portugal operacionalizado pelo ForestWISE. Este projeto foi apresentado à comunidade no dia 23 de março e tem, através das suas estratégias colaborativas, os seguintes objetivos:

  • Valorizar a floresta portuguesa aplicando tecnologias e estratégias que permitem a gestão integrada da floresta e do fogo;
  • Desenvolver novos produtos, processos e serviços contribuindo para a redução do risco de incêndio e introduzindo um elevado grau de inovação, com impactos positivos em toda a cadeia, nomeadamente nos seus prestadores de serviços e nos produtores florestais;
  • Criar impacto no emprego, na capacidade de internacionalização das empresas do setor e na sua competitividade.

Conta com a participação de 20 entidades do setor florestal, entre as quais a Sonae Arauco, Navigator Forest Portugal, Altri Florestal, Amorim Florestal, DS Smith, EDP Distribuição, REN, ForestWISE, Inesc Tec, Whereness, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Universidade de Coimbra, Instituto Superior de Agronomia, Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, Florecha, Trigger, Fravizel, Space Mosaic, Universidade do Porto (FEUP) e Labelec.

Cofinanciado pelo Programa Operacional Competitividade e Internacionalização e o Programa Operacional Regional de Lisboa do Portugal 2020 e pela União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

A abrangência do consórcio do rePLANt e o foco na resolução de problemas concretos, alicerçados na Agenda I&D&I do ForestWISE, são aspetos chave para potenciar o grande impacto dos resultados que o projeto antevê atingir.

Veja aqui a ficha do projeto

Equipa de trabalho rePLANt: Jorge Cunha, Alexandra Marques, Abílio Pereira Pacheco e Paulo Fernandes

Saiba mais em: www.rePLANt.pt

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áGiL.TerFoRus

Piloto sobre produtos de análise, com recurso a LiDAR, para a gestão do território, da floresta e dos fogos rurais

O áGiL, financiado pelo ICNF através do Fundo Florestal Permanente, é um piloto cujos resultados informarão a primeira cobertura LiDAR nacional. Teve início em abril, estando em curso a primeira fase do projeto (voo LiDAR e inventário). O piloto incide sobre sete territórios-alvo, abrangendo cerca de 45 mil hectares (de Monsanto a Vila Pouca de Aguiar) com densidades de varrimento LiDAR de 5 e 10 pontos/m2.

Além da obtenção de informação cartográfica detalhada e sobre a quantidade, densidade e estrutura do combustível, será testada a capacidade de avaliar de forma integrada os valores em risco (biomassa, material lenhoso, ecossistema, carbono armazenado, edificado e outras infraestruturas), a sua defensabilidade, e as áreas prioritárias para intervenção, tendo em conta o contexto florestal do entorno, a cartografia da exposição a incêndio, vulnerabilidade e intensidade potencial do fogo e a probabilidade de ignição.

Os resultados do áGiL fornecerão a base (modelos) para a gestão informada dos valores económicos e não económicos e do risco no território (em particular nas áreas florestais e na interface urbano-florestal) a utilizar por novos sistemas de apoio à decisão (SAD).

SAD que são fundamentais para informar de forma célere o planeamento e gestão sustentável da floresta – em particular, da utilização da biomassa para produção de calor, a gestão integrada de fogos rurais – desde as ações de prevenção (gestão de combustíveis, criação de oportunidades para o combate), no pré-combate (pré-posicionamento, vigilância), combate (identificação de oportunidades, proteção civil), a recuperação pós-fogo (tendo em conta cenários de risco futuro), e a sustentabilidade económica, social e ambiental dos espaços florestais – a qual fecha o ciclo, na medida em que potenciando o decréscimo da biomassa acumulada, contribui para a prevenção.

Com o áGiL, o CoLAB dará um contributo substancial para a gestão integrada da floresta e do fogo, fornecendo a base empírica necessária para a formulação de políticas que promovam o uso da biomassa – desiderato fundamental para a sustentabilidade dos espaços florestais.

Os dados da primeira cobertura LiDAR podem ser consultados aqui.

Equipa de trabalho do áGiL.TerFoRus: Abílio Pereira Pacheco, Isabel Pôças, João Torres, Jorge Cunha, Paulo Fernandes, Raquel Paiva, Sandra Valente, Virgínia Rocha

Co-financiado por:
áGiL

áGiL.TerFoRus